Aumento da parte óssea na maxila na região atrás dos incisivos superiores, observado principalmente em pacientes edêntulos que precisam de reabilitação protética da região superior com próteses parciais ou totais.

A formação óssea nesta região é comum em adultos e pode desenvolver aumento de tamanho, sendo necessária remoção cirúrgica para reabilitação com próteses, ou em alguns pacientes idosos, em alguns casos, pode regredir espontaneamente com a reabsorção óssea. Situa-se na linha média, com deposição óssea e elevação por baixo do epitélio de até dois centímetros a partir da sua base, causando desadaptação da prótese pois favorece a entrada de ar e desacopla da região do palato duro.

O Tórus palatino é um achado anatômico conhecido como protuberância ou exostose originado da cortical óssea e sua classificação é em função do seu formato, que pode ser nodular, mais plano, alongado e lobular. Na maioria dos casos não oferece sintomatologia ao paciente, exceto por trauma na região, podendo ulcerar. Seu aparecimento está relacionado com fatores genéticos e caso o paciente tenha os dentes e não se sinta incomodado pela presença do Tórus palatino, não há necessidade de remoção cirúrgica.